Jovens em intercâmbio serão cidadãos mais tolerantes

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Cumpriu-se mais um programa de Intercâmbio da nossa escola com a escola italiana Alessandro de Imola. Foi mais um desafio de oito dias para 23 estudantes dos 10º, 11º e 12º anos, num tempo em que a diferenciação e internacionalização são pontes para o futuro.

Na verdade, temos de considerar que viajar ao encontro do outro é uma tentação para alguns, mas para a grande maioria não é uma aventura, é trabalho que não querem ter, escudando-se nos testes, na crise, no não gosto, não quero, não experimento, gosto muito de aqui estar e não penso nunca daqui sair.

Os tempos atuais, como em todos os tempos, os desafios para aprendermos a ser tolerantes e a ver nos outros pontos positivos são escolhas que têm de ser feitas e estes programas de intercâmbio potenciam o enriquecimento intercultural, social e científico dos alunos e professores que nele participam.

É esta a convicção que eu aqui reafirmo e que deixo perante os que me escolheram para acompanhar estes lindos alunos durante oito dias, mesmo com grandes adversidades. Façamos a diferença não no campo do ter mas do ser e este precisa que nos insiramos num mundo maior do que o quotidiano da nossa escola.